titulo |
           A medicina ocidental moderna concentrou seu foco em remediar doenças no âmbito somático (corpóreo) do humano |
inicio_execucao |
em detrimento ao entendimento complexo – tão arraigado nas bases greco-egÃpcias da medicina ocidental – de que o adoecimento e a cura dos indivÃduos se revela na complexidade psicossomática de sua existência (SALIS |
fim_execucao |
2004 |
foco_tecnologico |
p. 10-15). Se desde então fomos herdando uma cultura médica pouco atenta a esse perfil complexo da saúde humana (muito por culpa da excessiva especialização que a medicina moderna adotou para seus profissionais na esteira do método cientÃfico cartesiano) |
area_conhecimento |
somos contemporâneos de um despertar – ainda tÃmido – para a compreensão de que a construção da saúde humana demanda um diálogo mais amplo com a relação de equilÃbrio que o sujeito estabelece com o universo ao seu redor |
resumo |
para além da imagem médica cartesiana de que a doença tem sua raiz em algum mau funcionamento de alguma parte do corpo (visto como um todo mecânico composto de órgãos que funcionam com uma lógica uniforme e fechada em si). Esse tÃmido "despertar" vem fazendo com que os estudiosos percebam os limites nocivos de se reduzir saúde |
justificativa |
doença e terapia ao viés meramente somático do indivÃduo humano |
participantes |
além de desvelar a proficuidade de se empreender (re)descobertas de pressupostos de racionalidade medicinal que deem suporte a uma nova cultura de saúde e de cura. No caso do nosso projeto de pesquisa |
valor_total_executado |
inserimo-nos neste lastro aberto de relevância acadêmica e social revisitando a Grécia e o Egito |
aprovado |
berços culturais da tradição ocidental |
unidade_organizacional |
cônscios de que não precisamos ir muito longe para descobrirmos bons insigths teóricos e metodológicos para o intento que anunciamos. |