titulo |
A importância desta diferenciação reside no fato de que muito se lutou para que tais pessoas fossem novamente inseridas na sociedade. Explicamos. A sociedade atual é composta de diversos indivÃduos que buscam seus pares |
inicio_execucao |
isto é |
fim_execucao |
as pessoas que compõem a sociedade de hoje buscam formar grupos que tenham um ou mais aspectos em comum. Esse agrupamento |
foco_tecnologico |
cremos |
area_conhecimento |
é um resquÃcio da segmentação dada pós-sociedade primitiva |
resumo |
pois em tal sociedade os indivÃduos conviviam sem a ideia de exclusão |
justificativa |
mas executando |
participantes |
embora sem informações |
valor_total_executado |
a inclusão de indivÃduos com deficiência. Sendo |
aprovado |
portanto |
unidade_organizacional |
a execução da exclusão posterior à inclusão. Em suma |
titulo |
A integração dos sujeitos portadores de deficiência (este termo só foi mudado para "pessoas com deficiência" pela Carta da Guatemala em 1999) preconizava a ideia de que era responsabilidade destes deficientes se adequarem à escola. Felizmente |
inicio_execucao |
a inclusão escolar |
fim_execucao |
ramificação da inclusão |
foco_tecnologico |
conseguiu grandes conquistas através de leis e decretos |
area_conhecimento |
pois através deles é que houve um repensar e troca de responsabilidades |
resumo |
pois daquele momento em diante eram as escolas quem deveriam se adequar aos alunos com deficiência. Ainda assim |
justificativa |
mesmo diante de significantes conquistas |
participantes |
ainda não está sendo presenciada uma real inclusão. Justificamos essa nossa assertiva colocando como pano de fundo o fato de o Brasil ser bilÃngue |
valor_total_executado |
mas apresentando uma predileção por uma lÃngua em detrimento de outra. Cremos que aqui carece uma informação pertinente e que embase a nossa justificativa. A Lei Federal 10.436 de 24 de abril de 2002 dispõe da lÃngua brasileira de sinais (LIBRAS) como meio de comunicação da sociedade surda brasileira |
aprovado |
logo o Brasil apresenta-se bilÃngue |
unidade_organizacional |
ao menos para os sujeitos sociais surdos. |
titulo |
No entanto |
inicio_execucao |
e levando em consideração a inclusão escolar |
fim_execucao |
como ocorre esse bilinguismo no contexto escolar? A fim de esclarecer um pouco mais sobre o que vem a ser o bilinguismo |
foco_tecnologico |
faz-se imperioso uma pequena digressão histórica sobre a educação dos surdos. Estudos mostram que esta passa por três momentos significativos |
area_conhecimento |
a saber: o oralismo |
resumo |
a comunicação total e o bilinguismo. Cada um com uma caracterÃstica singular e problemática. Assim sendo |
justificativa |
descrevamos primeiramente o que se entende como Oralismo. |
participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
O Oralismo foi a corrente pedagógica com cunho medicinal que pregava a teoria de que a surdez não era uma deficiência |
inicio_execucao |
mas |
fim_execucao |
sim |
foco_tecnologico |
uma doença. Logo |
area_conhecimento |
podemos inferir que se é uma doença |
resumo |
então |
justificativa |
esta doença tem uma cura. Esta cura nada mais era do que fazer o surdo voltar a falar e a ouvir. (Couto |
participantes |
1988). Ora |
valor_total_executado |
para se atingir essa cura com êxito a estratégia era bem simples: proibir os surdos de usarem a lÃngua de sinais em quaisquer aspectos. Para isso |
aprovado |
famÃlias inteiras que tivessem um parente surdo ou que fosse inteiramente composta de surdos eram proibidas de sinalizarem. Obviamente |
unidade_organizacional |
passado alguns anos de inconformismo com este método |
titulo |
Esta corrente passou a ser vista com bons olhos por ambas as partes: ouvintes e surdos |
inicio_execucao |
pois colocavam ambos em um mesmo patamar linguÃstico |
fim_execucao |
conquanto a comunicação era realizada de maneira simultânea. O sinalizador-emissor falava pelo canal oral-auditivo enquanto realizava a sinalização com as mãos e outros parâmetros das lÃnguas de sinais: movimento |
foco_tecnologico |
localização |
area_conhecimento |
configuração de mãos |
resumo |
orientação e expressão não-manual. Não obstante |
justificativa |
estudiosos das lÃnguas de sinais logo se aperceberam que este tipo de comunicação não estava sendo eficiente para nenhuma das partes envolvidas no processo porquanto se privilegiava o uso de uma lÃngua em detrimento de outra. |
participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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