titulo |
O Oralismo foi a corrente pedagógica com cunho medicinal que pregava a teoria de que a surdez não era uma deficiência |
inicio_execucao |
mas |
fim_execucao |
sim |
foco_tecnologico |
uma doença. Logo |
area_conhecimento |
podemos inferir que se é uma doença |
resumo |
então |
justificativa |
esta doença tem uma cura. Esta cura nada mais era do que fazer o surdo voltar a falar e a ouvir. (Couto |
participantes |
1988). Ora |
valor_total_executado |
para se atingir essa cura com êxito a estratégia era bem simples: proibir os surdos de usarem a lÃngua de sinais em quaisquer aspectos. Para isso |
aprovado |
famÃlias inteiras que tivessem um parente surdo ou que fosse inteiramente composta de surdos eram proibidas de sinalizarem. Obviamente |
unidade_organizacional |
passado alguns anos de inconformismo com este método |
titulo |
Esta corrente passou a ser vista com bons olhos por ambas as partes: ouvintes e surdos |
inicio_execucao |
pois colocavam ambos em um mesmo patamar linguÃstico |
fim_execucao |
conquanto a comunicação era realizada de maneira simultânea. O sinalizador-emissor falava pelo canal oral-auditivo enquanto realizava a sinalização com as mãos e outros parâmetros das lÃnguas de sinais: movimento |
foco_tecnologico |
localização |
area_conhecimento |
configuração de mãos |
resumo |
orientação e expressão não-manual. Não obstante |
justificativa |
estudiosos das lÃnguas de sinais logo se aperceberam que este tipo de comunicação não estava sendo eficiente para nenhuma das partes envolvidas no processo porquanto se privilegiava o uso de uma lÃngua em detrimento de outra. |
participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Privilegiar ambas era algo linguisticamente impossÃvel. Sacks (1990 |
inicio_execucao |
p. 47) salienta que  "não é possÃvel efetuar a transliteração de uma lÃngua falada em Sinal palavra por palavra |
fim_execucao |
ou frase por frase as estruturas são essencialmente diferentes". Podemos concluir |
foco_tecnologico |
então |
area_conhecimento |
que essa nova modalidade fez com o que o termo "portuguêssinalizado" surgisse. Grosso modo |
resumo |
seria uma espécie e  "portunhol |
justificativa |
mas que envolvia a LÃngua Portuguesa em sua modalidade oral e a LÃngua de Sinais realizada no campo espaçovisual. |
participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Não obstante |
inicio_execucao |
mesmo com essas ideias e contrários no âmbito sociolinguÃstico do Surdo |
fim_execucao |
esta corrente nos faz perceber que a LinguÃstica |
foco_tecnologico |
sobretudo a SociolinguÃstica ainda careciam de um método de comunicação que respeitassem ambas as culturas. Eis que surge então o Bilinguismo. |
area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Em linhas gerais e pragmáticas |
inicio_execucao |
o Bilinguismo nada mais é do que "uma proposta de ensino usada por escolas que se propõem a tornar acessÃvel à criança duas lÃnguas no contexto escolar." (QUADROS |
fim_execucao |
1997 |
foco_tecnologico |
p. 27). Isto é |
area_conhecimento |
primeiro ensina-se a LÃngua de Sinais Brasileira à s crianças surdas |
resumo |
pois se compreende esta como sendo sua lÃngua natural |
justificativa |
materna. De posse das estruturas dessa lÃngua |
participantes |
passa-se então ao ensino propriamente bilÃngue: escreve-se e se lê em lÃngua portuguesa |
valor_total_executado |
porém a explicação e as aulas são dadas na LÃngua Brasileira de Sinais – LIBRAS. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
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