titulo |
Privilegiar ambas era algo linguisticamente impossÃvel. Sacks (1990 |
inicio_execucao |
p. 47) salienta que  "não é possÃvel efetuar a transliteração de uma lÃngua falada em Sinal palavra por palavra |
fim_execucao |
ou frase por frase as estruturas são essencialmente diferentes". Podemos concluir |
foco_tecnologico |
então |
area_conhecimento |
que essa nova modalidade fez com o que o termo "portuguêssinalizado" surgisse. Grosso modo |
resumo |
seria uma espécie e  "portunhol |
justificativa |
mas que envolvia a LÃngua Portuguesa em sua modalidade oral e a LÃngua de Sinais realizada no campo espaçovisual. |
participantes |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Não obstante |
inicio_execucao |
mesmo com essas ideias e contrários no âmbito sociolinguÃstico do Surdo |
fim_execucao |
esta corrente nos faz perceber que a LinguÃstica |
foco_tecnologico |
sobretudo a SociolinguÃstica ainda careciam de um método de comunicação que respeitassem ambas as culturas. Eis que surge então o Bilinguismo. |
area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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aprovado |
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titulo |
Em linhas gerais e pragmáticas |
inicio_execucao |
o Bilinguismo nada mais é do que "uma proposta de ensino usada por escolas que se propõem a tornar acessÃvel à criança duas lÃnguas no contexto escolar." (QUADROS |
fim_execucao |
1997 |
foco_tecnologico |
p. 27). Isto é |
area_conhecimento |
primeiro ensina-se a LÃngua de Sinais Brasileira à s crianças surdas |
resumo |
pois se compreende esta como sendo sua lÃngua natural |
justificativa |
materna. De posse das estruturas dessa lÃngua |
participantes |
passa-se então ao ensino propriamente bilÃngue: escreve-se e se lê em lÃngua portuguesa |
valor_total_executado |
porém a explicação e as aulas são dadas na LÃngua Brasileira de Sinais – LIBRAS. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
De posse do conceito de bilinguismo |
inicio_execucao |
novamente |
fim_execucao |
indagamos: levando em consideração a inclusão escolar |
foco_tecnologico |
como ocorre esse bilinguismo no contexto escolar? Sabemos que atualmente as escolas bilÃngues são de fundamental importância para os surdos |
area_conhecimento |
não apenas por seu aspecto e desenvolvimento linguÃstico |
resumo |
senão também social (pois através dela |
justificativa |
eles encontram seus pares) |
participantes |
cultural e cognitivo. Mas |
valor_total_executado |
o campo educacional brasileiro cresce a cada dia fazendo com que instituições de ensino surjam e apresentem uma melhor qualidade de ensino. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Contudo |
inicio_execucao |
ainda esbarramos na inclusão |
fim_execucao |
melhor dizendo |
foco_tecnologico |
na falta dela. Hoje |
area_conhecimento |
contamos como ferramenta de inclusão escolar de alunos surdos o profissional tradutor e intérprete de lÃngua de sinais (TILS). A sua presença em sala está sendo tabu para alguns professores e alunos |
resumo |
pois ainda creem em mitos tais como: o intérprete é o professor? O intérprete só faz mÃmica? Só fez isso para dizer tudo o que o professor falou? Ele está dando as respostas para o surdo? Etc. |
justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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