titulo |
Em linhas gerais e pragmáticas |
inicio_execucao |
o Bilinguismo nada mais é do que "uma proposta de ensino usada por escolas que se propõem a tornar acessÃvel à criança duas lÃnguas no contexto escolar." (QUADROS |
fim_execucao |
1997 |
foco_tecnologico |
p. 27). Isto é |
area_conhecimento |
primeiro ensina-se a LÃngua de Sinais Brasileira à s crianças surdas |
resumo |
pois se compreende esta como sendo sua lÃngua natural |
justificativa |
materna. De posse das estruturas dessa lÃngua |
participantes |
passa-se então ao ensino propriamente bilÃngue: escreve-se e se lê em lÃngua portuguesa |
valor_total_executado |
porém a explicação e as aulas são dadas na LÃngua Brasileira de Sinais – LIBRAS. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
De posse do conceito de bilinguismo |
inicio_execucao |
novamente |
fim_execucao |
indagamos: levando em consideração a inclusão escolar |
foco_tecnologico |
como ocorre esse bilinguismo no contexto escolar? Sabemos que atualmente as escolas bilÃngues são de fundamental importância para os surdos |
area_conhecimento |
não apenas por seu aspecto e desenvolvimento linguÃstico |
resumo |
senão também social (pois através dela |
justificativa |
eles encontram seus pares) |
participantes |
cultural e cognitivo. Mas |
valor_total_executado |
o campo educacional brasileiro cresce a cada dia fazendo com que instituições de ensino surjam e apresentem uma melhor qualidade de ensino. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Contudo |
inicio_execucao |
ainda esbarramos na inclusão |
fim_execucao |
melhor dizendo |
foco_tecnologico |
na falta dela. Hoje |
area_conhecimento |
contamos como ferramenta de inclusão escolar de alunos surdos o profissional tradutor e intérprete de lÃngua de sinais (TILS). A sua presença em sala está sendo tabu para alguns professores e alunos |
resumo |
pois ainda creem em mitos tais como: o intérprete é o professor? O intérprete só faz mÃmica? Só fez isso para dizer tudo o que o professor falou? Ele está dando as respostas para o surdo? Etc. |
justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
A fim de evitarmos que se perpetue estas crenças e entremos em brigas desnecessárias |
inicio_execucao |
surgiu a ideia de fazer a prova sinalizada para o aluno com surdez. Esta prova seria gravada em um miniestúdio |
fim_execucao |
editada e passada para um tablete |
foco_tecnologico |
que será dado a este aluno quando da prova. Assim |
area_conhecimento |
além de promover a inclusão escolar |
resumo |
respeitar-se ia a lÃngua materna do surdo e evitaria a perpetuação de crenças e mitos sobre o intérprete escolar. Mas |
justificativa |
para que isto se torne possÃvel |
participantes |
precisamos de materiais adequados para a instalação do miniestúdio bem como de pessoas capacitadas a editar vÃdeos. Para tanto |
valor_total_executado |
contamos com dois alunos bolsistas do curso integrado em Informática. A fim de exemplificação da qualidade do material que pretendemos produzir |
aprovado |
pedimos que este link seja acessado: https://www.youtube.com/watch?v=ysbmDc9KQOM. |
unidade_organizacional |
titulo |
Como se pode notar |
inicio_execucao |
o instrutor surdo Henrique faz uso de uma tela interativa para mostrar os sinais dos Estados do Brasil. Também |
fim_execucao |
faz uso de várias imagens (bandeiras dos Estados). Essas imagens são de fundamental importância para o aprendizado do surdo |
foco_tecnologico |
pois permite ver o que está sendo explicado de maneira correspondente à sua realidade |
area_conhecimento |
isto é |
resumo |
através da exploração do visual (STROBEL |
justificativa |
2008). |
participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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