titulo |
Aplicação de sais de citrato como inibidores para o desenvolvimento de fluidos de perfuração para formações expansÃveis. |
inicio_execucao |
01/05/2018 |
fim_execucao |
31/12/2018 |
foco_tecnologico |
28. Inovação Tecnológica |
area_conhecimento |
ENGENHARIA DE MATERIAIS E METALU´RGICA |
resumo |
A expansão de argila na presença de água é um fenômeno bastante complexo. Muitas são as alternativas para sanar esta problemática, como o uso de fluidos base óleo de base sintética, contudo estes fluidos , aumentam bastante o valor da operação de perfuração. Assim, fazer uso de fluidos de base aquosa se configura como a melhor opção econômica, porém, para que seja possÃvel o uso do fluido com este tipo de base se faz necssário o uso de um aditivo conhecido como inibidor. Os inibidores mais utilizados pela indústria são sais de cloro, contudo, o cloro promove agravamento da densidade dos fluidos, degradação de outros aditivos da composção, bem como toxicidade. Deste modo, a busca por um aditivo inibidor isento de cloro se apresenta como uma ideia com aplicabilidade industrial, a ideia da aplicação de sal de citrato (que é usualmente aplicada na indústria farmacêutica) se baseia na possibilidade do mesmo apresentar três sÃtios ativos aniônicos, que pode promover inibição fÃsica do processo de expansão de formações reativas, sendo assim, uma inovação adequar o uso deste composto com a finalidade de aditivo de fluido de perfuração. |
justificativa |
O argilomineral que apresenta de modo mais contundente a caracterÃstica de adsorção é a esmectita, |
participantes |
pois |
valor_total_executado |
chega a aumentar até 10 vezes ou mais seu tamanho. A esmectita sódica apresenta grau de inchamento mais elevado do que a esmectita potássica |
aprovado |
cálcica ou magnesiana que apresentam inchamento moderado (MACHADO |
unidade_organizacional |
2002). O uso de fluidos a base de água em formações com folhelhos causa problemas de instabilidade de poços |
titulo |
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inicio_execucao |
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fim_execucao |
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foco_tecnologico |
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area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
Segundo Corrêa et al (2017) os fluidos oleosos sintéticos de base orgânica surgiram como uma alternativa às limitações de desempenho dos fluidos aquosos e para suprir às restrições ambientais impostas aos fluidos à base de óleo convencionais |
inicio_execucao |
tais composições utilizam como fase dispersante parafinas lineares |
fim_execucao |
ésteres |
foco_tecnologico |
éteres |
area_conhecimento |
alquilbenzenos lineares (LABs) |
resumo |
olefinas internas (IO''s) |
justificativa |
olefinas alfa-lineares (LAO) |
participantes |
poli-alfa olefinas (PAO) |
valor_total_executado |
acetais e glicóis. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
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inicio_execucao |
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fim_execucao |
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foco_tecnologico |
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area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
         No entanto |
inicio_execucao |
mesmo esses fluidos apresentando uma menor toxicidade e serem mais biodegradável que o de base oleosa convencional se faz necessário considerar as restrições impostas pelos órgãos ambientais com relação ao descarte de fluidos e cascalhos gerados durante a perfuração no mar. No Brasil |
fim_execucao |
por exemplo |
foco_tecnologico |
atualmente o fluido de perfuração não aquoso deve apresentar teor de hidrocarbonetos poliaromáticos menor que 10 ppm e os cascalhos gerados não podem apresentar mais de 6 |
area_conhecimento |
9% (em peso úmido de cascalho) de base orgânica tipo parafinas lineares ou óleo mineral tratados e 9 |
resumo |
4% (em peso úmido de cascalho) no caso da base orgânica ser de IO''s |
justificativa |
LAO |
participantes |
PAO |
valor_total_executado |
ésteres |
aprovado |
éteres e acetais (FRIEDHEIM & CONN |
unidade_organizacional |
1996). |
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