titulo |
Segundo Corrêa et al (2017) os fluidos oleosos sintéticos de base orgânica surgiram como uma alternativa às limitações de desempenho dos fluidos aquosos e para suprir às restrições ambientais impostas aos fluidos à base de óleo convencionais |
inicio_execucao |
tais composições utilizam como fase dispersante parafinas lineares |
fim_execucao |
ésteres |
foco_tecnologico |
éteres |
area_conhecimento |
alquilbenzenos lineares (LABs) |
resumo |
olefinas internas (IO''s) |
justificativa |
olefinas alfa-lineares (LAO) |
participantes |
poli-alfa olefinas (PAO) |
valor_total_executado |
acetais e glicóis. |
aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
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inicio_execucao |
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fim_execucao |
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foco_tecnologico |
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area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
         No entanto |
inicio_execucao |
mesmo esses fluidos apresentando uma menor toxicidade e serem mais biodegradável que o de base oleosa convencional se faz necessário considerar as restrições impostas pelos órgãos ambientais com relação ao descarte de fluidos e cascalhos gerados durante a perfuração no mar. No Brasil |
fim_execucao |
por exemplo |
foco_tecnologico |
atualmente o fluido de perfuração não aquoso deve apresentar teor de hidrocarbonetos poliaromáticos menor que 10 ppm e os cascalhos gerados não podem apresentar mais de 6 |
area_conhecimento |
9% (em peso úmido de cascalho) de base orgânica tipo parafinas lineares ou óleo mineral tratados e 9 |
resumo |
4% (em peso úmido de cascalho) no caso da base orgânica ser de IO''s |
justificativa |
LAO |
participantes |
PAO |
valor_total_executado |
ésteres |
aprovado |
éteres e acetais (FRIEDHEIM & CONN |
unidade_organizacional |
1996). |
titulo |
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inicio_execucao |
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fim_execucao |
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foco_tecnologico |
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area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
titulo |
As soluções encontradas para evitar a hidratação de argilominerais têm sido a utilização dos denominados inibidores de argila. O KCl se apresenta segundo Soares e Borba (2017) como excelente inibidor de argilas reativas |
inicio_execucao |
sendo mais utilizado na indústria petrolÃfera uma vez que possui baixo custo. Seu mecanismo de ação baseia-se na troca dos Ãons Na+ das interlamelar dos folhelhos por Ãons K+ |
fim_execucao |
estabilizando assim |
foco_tecnologico |
a estrutura da argila. Os sais de sódio (NaCl) também são inibidores quÃmicos de natureza inorgânica amplamente utilizado. |
area_conhecimento |
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resumo |
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justificativa |
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participantes |
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valor_total_executado |
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aprovado |
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unidade_organizacional |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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