titulo |
           Sabemos que nossos dados são comercializados cotidianamente pelas empresas portadoras dos nossos perfis online[2]. Para ter uma ideia disso |
inicio_execucao |
basta observar quais propagandas aparecem para um usuário após uma rápida navegação por sites de compras. Assim |
fim_execucao |
não precisamos pagar em dinheiro em algumas plataformas |
foco_tecnologico |
pois já pagamos indiretamente pelo uso dos nossos dados pessoais. Ou seja |
area_conhecimento |
nossos dados geram lucro. Diariamente também muitos usuários das redes morrem. O que fazer com as informações deixadas pelos mortos tornou-se um problema que urge uma resposta adequada |
resumo |
pois a tendência é fazer um uso comercial dos dados dos perfis dos mortos |
justificativa |
o que nem sempre pode ficar restrito a limites éticos e legais. |
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           Desse modo |
inicio_execucao |
quando morremos deixamos restos digitais |
fim_execucao |
uma espécie de corpo informacional e este corpo precisa ser tão bem tratado como o corpo fÃsico que o usuário deixou |
foco_tecnologico |
como sugerem Öhman & Floridi (2017): |
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titulo |
Os restos digitais dos mortos não podem ser explorados em termos de lhes ser negada sua parte legÃtima de lucro |
inicio_execucao |
mas |
fim_execucao |
no entanto |
foco_tecnologico |
merecem o respeito digno de um corpo humano (cadáver) - não um mero instrumento de geração de receita. Portanto |
area_conhecimento |
devem ser protegidos como tal. Os mortos |
resumo |
assim como os vivos |
justificativa |
têm o direito de não serem alienados de si mesmos |
participantes |
o direito à dignidade humana. Assim como um cadáver humano tem o direito de ser tratado com dignidade |
valor_total_executado |
também temos nossos restos digitais". (p. 12) |
aprovado |
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unidade_organizacional |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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