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gov - id_projeto:2679577,id_osc:702301,cd_identificador_osc:5989321000184,tx_nome_projeto:Projeto Girassol,tx_nome_status_projeto:Finalizado,dt_data_inicio_projeto:2023-04-28,dt_data_fim_projeto:2023-12-31,

gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

id_projeto

2679577

id_osc

702301

cd_identificador_osc

5989321000184

tx_nome_projeto

Projeto Girassol

tx_nome_status_projeto

Finalizado

dt_data_inicio_projeto

2023-04-28

dt_data_fim_projeto

2023-12-31

tx_link_projeto

grupolatarte.com

nr_total_beneficiarios

50

nr_valor_captado_projeto

200000

nr_valor_total_projeto

200000

tx_nome_abrangencia_projeto

Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

O projeto busca promover um referencial e específico atendimento do público infanto-juvenil que já tenham tido seus direitos violados, em especial o abuso sexual, fato esse que tem trazido consequências muitas vezes irreversíveis e agravamentos na saúde mental, cognitivas, comportamentais, de desobediência crônica, de agressividade, atitudes antissociais, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Visamos atuar na realidade, através de intervenções psicoterapêuticas, transdisciplinares e de atividades socioeducativas para criança e o adolescente e seus familiares diretos (pai, mãe, responsáveis tutores) a fim de defender e proteger seus direitos, a enfrentar e superar suas dificuldades alcançando um novo significado às próprias histórias.

tx_metodologia_monitoramento

Metodologia: A metodologia utilizada para o desenvolvimento do projeto será por meio de atendimentos individuais, em grupo pela equipe multidisciplinar e através de oficinas reflexivas, atividades culturais, esportivas, de expressão, teatro, jogos e brincadeiras. O ingresso da criança e do adolescente no projeto acontecerá por meio de encaminhamentos feitos pela rede de proteção e defesa dos direitos, ou de forma espontânea pelos pais e/ou responsáveis tutores, priorizando as crianças e adolescentes que já tenham comprovada violação dos direitos. A família a criança e/ou adolescente será recebido e atendido pela psicóloga e/ou assistente social através de escuta e acolhida qualificada, realizando o atendimento de triagem para então iniciar a elaboração do seu plano terapêutico e multidisciplinar. A equipe transdisciplinar e multidisciplinar se reunirão quinzenalmente, ou sempre que necessário, para apresentarem relatórios e registros dos atendimentos e então receberem orientação sobre o acolhimento e cuidado com as crianças e seus familiares, traçando estratégias de alcance, inclusive a outros envolvidos com o público atendido, exemplo: escola. Este e outros sempre que necessário, serão acompanhados na rotina da criança e/ou adolescente, em busca de resultados. As atividades oferecidas serão ofertadas no contra turno escolar no espaço da instituição, que através dos cronogramas individualizados e desenvolvidos após triagem de atendimento do infante eseus familiares, passam então a identificar, registar descobertas e habilidades sociais. As atividades e brincadeiras direcionadas de maneira lúdica terão como objetivo trabalhar com a criança e/ou adolescente a autonomia, independência, desnvolvimento cognitivo e osicomotor, de interação, socialização e inteligência emocional. As atividades de grupos serão realizadas com as crianças e em outros momentos com seus familiares, em grupos terapêuticos, que direcionados pela equipe de psicólogo, psicopedadgogo, terapeuta ocupacional e assistente social conduzirão os relatos de suas necessidades e angústias, bem como dificuldades. Os mesmos profissionais realizarão visitas nas residências dos atendidos, através de um cronograma, ou sempre que for necessário para levantamento qualitativo/quantitativo e acompoanhamento enquanto reflexo das ações executadas pelo projeto.

ft_identificador_projeto_externo

Representante de OSC

tx_status_projeto_outro

edmu_cd_municipio

edmu_nm_municipio

eduf_cd_uf

eduf_nm_uf

tx_nome_subarea_atuacao

tx_nome_financiador

Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família

tx_orgao_concedente

tx_nome_origem_fonte_recursos_projeto

tx_nome_fonte_recursos_projeto

tx_nome_regiao_localizacao_projeto

Camboriú - SC

tx_nome_objetivo_projeto

tx_nome_meta_projeto

id_osc_parceira

tx_nome_publico_beneficiado

Crianças e adolescentes de 04 a 12 anos

nr_estimativa_pessoas_atendidas

tx_nome_tipo_parceria

Termo de fomento


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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

id_projeto

2679599

id_osc

1111504

cd_identificador_osc

20399344000122

tx_nome_projeto

Guardando e Defendendo Maria da Penha

tx_nome_status_projeto

Projeto em andamento

dt_data_inicio_projeto

2017-03-01

dt_data_fim_projeto

2017-11-25

tx_link_projeto

nr_total_beneficiarios

2500

nr_valor_captado_projeto

nr_valor_total_projeto

30000

tx_nome_abrangencia_projeto

Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

tx_metodologia_monitoramento

Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

ft_identificador_projeto_externo

Representante de OSC

tx_status_projeto_outro

edmu_cd_municipio

edmu_nm_municipio

eduf_cd_uf

eduf_nm_uf

tx_nome_subarea_atuacao

tx_nome_financiador

Fundação Itaú Social

tx_orgao_concedente

tx_nome_origem_fonte_recursos_projeto

tx_nome_fonte_recursos_projeto

tx_nome_regiao_localizacao_projeto

Várzea Grande - MT

tx_nome_objetivo_projeto

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

tx_nome_meta_projeto

Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis

id_osc_parceira

tx_nome_publico_beneficiado

estudantil (crianças e adolescetnes)

nr_estimativa_pessoas_atendidas

tx_nome_tipo_parceria



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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

id_projeto

2679599

id_osc

1111504

cd_identificador_osc

20399344000122

tx_nome_projeto

Guardando e Defendendo Maria da Penha

tx_nome_status_projeto

Projeto em andamento

dt_data_inicio_projeto

2017-03-01

dt_data_fim_projeto

2017-11-25

tx_link_projeto

nr_total_beneficiarios

2500

nr_valor_captado_projeto

nr_valor_total_projeto

30000

tx_nome_abrangencia_projeto

Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

tx_metodologia_monitoramento

Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

ft_identificador_projeto_externo

Representante de OSC

tx_status_projeto_outro

edmu_cd_municipio

edmu_nm_municipio

eduf_cd_uf

eduf_nm_uf

tx_nome_subarea_atuacao

tx_nome_financiador

Fundação Itaú Social

tx_orgao_concedente

tx_nome_origem_fonte_recursos_projeto

tx_nome_fonte_recursos_projeto

tx_nome_regiao_localizacao_projeto

Várzea Grande - MT

tx_nome_objetivo_projeto

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

tx_nome_meta_projeto

Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública

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estudantil (crianças e adolescetnes)

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tx_nome_tipo_parceria



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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

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2679599

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1111504

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20399344000122

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Guardando e Defendendo Maria da Penha

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Projeto em andamento

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2017-03-01

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2017-11-25

tx_link_projeto

nr_total_beneficiarios

2500

nr_valor_captado_projeto

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30000

tx_nome_abrangencia_projeto

Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

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Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

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Representante de OSC

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Fundação Itaú Social

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos

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estudantil (crianças e adolescetnes)

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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

texto:
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2017-11-25

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A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

tx_metodologia_monitoramento

Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

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Representante de OSC

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Fundação Itaú Social

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte

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estudantil (crianças e adolescetnes)

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