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gov - id_projeto:2679599,id_osc:1111504,cd_identificador_osc:20399344000122,tx_nome_projeto:Guardando e Defendendo Maria da Penha,tx_nome_status_projeto:Projeto em andamento,dt_data_inicio_projeto:2017-03-0

gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

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ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

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Guardando e Defendendo Maria da Penha

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Projeto em andamento

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2017-03-01

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2017-11-25

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2500

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30000

tx_nome_abrangencia_projeto

Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

tx_metodologia_monitoramento

Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

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Representante de OSC

tx_status_projeto_outro

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tx_nome_financiador

Fundação Itaú Social

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis

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estudantil (crianças e adolescetnes)

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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

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ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

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Guardando e Defendendo Maria da Penha

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Projeto em andamento

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2017-03-01

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2017-11-25

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2500

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Municipal

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Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

tx_metodologia_monitoramento

Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

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Representante de OSC

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Fundação Itaú Social

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública

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Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

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2679599

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1111504

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20399344000122

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Guardando e Defendendo Maria da Penha

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Projeto em andamento

dt_data_inicio_projeto

2017-03-01

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2017-11-25

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2500

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30000

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Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

tx_metodologia_monitoramento

Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

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Representante de OSC

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edmu_nm_municipio

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Fundação Itaú Social

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos

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estudantil (crianças e adolescetnes)

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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

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2679599

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Guardando e Defendendo Maria da Penha

tx_nome_status_projeto

Projeto em andamento

dt_data_inicio_projeto

2017-03-01

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2017-11-25

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nr_total_beneficiarios

2500

nr_valor_captado_projeto

nr_valor_total_projeto

30000

tx_nome_abrangencia_projeto

Municipal

tx_nome_zona_atuacao

Rural

tx_descricao_projeto

A LÍRIOS já apresentava a lei Maria da Penha através de suas voluntárias em datas comemorativas nas escolas públicas e privadas. Após a LÍRIOS, Defensoria Pública do Estado, a Prefeitura de Várzea Grande e outras instituições assinarem um Pacto pela Educação Integral no Município comprometendo-se, dentre outros objetivos com o fortalecimento da integração entre família e escola para potencializar o desenvolvimento da vida escolar da criança e do adolescente, uma parceria entre a sociedade civil e o poder público foi firmada. Assim nasceu o projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha" em parceria com a Guarda Municipal e Defensoria Pública apresentado durante a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas (criada pela Lei Estadual nº 10.476, de 26/12/2016). A primeira edição do projeto ocorreu em março de 2017, quando a LÍRIOS readaptou de forma mais lúdica o texto e as guardas municipais dialogavam através dos personagens Zezinho (Guarda Municipal), Rosalina e Pedrinho sobre a importância de uma família sem agressão entre seus membros. Após essa primeira edição os professores passaram a solicitar apresentações pontuais em datas comemorativas. No ano de 2018 a LÍRIOS foi premiada num edital de fomento da Fundação Itaúsocial e então teve recursos para ampliar a prática. PROBLEMA A SER ENFRENTADO A violência contra a mulher. O projeto "Guardando e Defendendo Maria da Penha", tem o intuito de trabalhar com crianças, adolescentes, profissionais, pais, mães e/ou responsáveis, o fenômeno da violência e suas manifestações, enfatizando temas centrais como: violência contra mulher e familiar, estereótipos, bulling, preconceitos em relação à deficiências físicas ou mentais na comunidade que vivem. Propõe sensibilizar acerca da temática e se necessário criar mecanismos de identificação e intervenção na realidade dos envolvidos. As ações buscam de forma lúdica incentivar a capacidade dos próprios sujeitos de modificar sua realidade, estimulando a construção de uma cultura de equidade e igualdade, a fim de amenizar os índices de todos os tipos de violências e outras discriminações. A prática aperfeiçoa o funcionamento da justiça pois leva para dentro da escola, um dos pilares que legitima o patriarcado, sistema de dominação/exploração da mulher pelo homem. É uma oportunidade de debate e reflexão sobre as opressões de gênero, classe e raça que acentuam as desigualdades em nosso país. Com a educação em direitos humanos das mulheres é possível que as crianças e adolescentes se tornem agentes multiplicadores de pensamentos e ideias capazes de alterar o "machismo institucional" presentes em diversos setores da sociedade, tendo em vista que as mudanças não acontecem espontaneamente, elas precisam ser provocadas. O sistema de justiça é permeado pela cultura patriarcal, cuja violência é um dos seus elementos constitutivos. O aperfeiçoamento da justiça se dará através de sentenças livres de preconceitos, discriminações e exclusões, para tanto os profissionais que a compõem precisam ser socializados de uma forma diferente, ou seja, desconstruindo os estereótipos e a ordem patriarcal legitimada pelos meios de comunicação, religião, costumes e tradição. A prática promove a defesa da liberdade porque contribui no empoderamento das meninas/meninos através do conhecimento: eles(as) passam a saber que existe uma lei que protege a mulher, que existe uma rede que a ampara nesse caso e há uma conscientização sobre os diversos tipos de violência. Não há liberdade sem poder e sem autonomia, esta por sua vez é a capacidade que as meninas e meninos têm de realizar seus desejos. No ano de 2019 a LÍRIOS executou a segunda edição do projeto que foi financiado pela Fundação Itaú. O encerramento ocorreu no dia 25/11/19, oportunidade em que os melhores textos foram premiados. Este projeto foi inscrito no Prêmio Innovare de 2020 na categoria Justiça e Cidadania e entrou para o banco do Instituto.";

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Acompanhamento através de matriz avaliativa e indíce de violência contra a mulher pelos relatórios da delegacia da mulher

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Representante de OSC

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Fundação Itaú Social

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte

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gov

Dados de projetos das Organizações da Sociedade Civil.

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ver Fonte/+info (dt.atualização: 20/01/2019)

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Plantando Lírios

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Municipal

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Rural

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Através de matriz avaliativa e acompanhamento do número de violência divulgado pela Delegacia da Mulher

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Representante de OSC

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Secretaria municipal de educação

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Várzea Grande - MT

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Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

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Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis

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estudantes da rede pública 5º ao 9º ano

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