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gov - CodigoLancamento:34306,NumeroRegistro:PRJ-029/2014,Tipo:Projeto,Titulo:UM DIA DE GEOLOGIA: UMA ABORDAGEM GEOLÓGICA PARA A AMPLIAÇÃO...,AreaCNPQ:Ciências Exatas e da Terra,AreaTematica:Educação,AreaTem

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Relação dos Projetos e Programas de Extensão

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 04/11/2020)

CodigoLancamento

34306

NumeroRegistro

PRJ-029/2014

Tipo

Projeto

Titulo

UM DIA DE GEOLOGIA: UMA ABORDAGEM GEOLÓGICA PARA A AMPLIAÇÃO...

AreaCNPQ

Ciências Exatas e da Terra

AreaTematica

Educação

AreaTematica2

Meio Ambiente

Envolvidos

ANDRE MUNDSTOCK XAVIER DE CARVALHO (Coordenador, 01/02/2014 a 31/12/2014), WANER GLEIDER BARBOSA (Bolsista PIBEX, 01/02/2014 a 31/12/2014), CAIO CÉSAR VIEIRA SAMPAIO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2014 a 31/12/2014), LAENE DE FÁTIMA TAVARES (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2014 a 31/12/2014)

DataInicio

2014-02-01

DataTermino

2014-12-31

LinhaExtensao

Espaços de ciência

Objetivo

Despertar o interesse pela geologia e pelas ciências ambientais em alunos do ensino básico, construindo e despertando a percepção de inter-relação da geologia com as ciências ambientais, através de oficinas pedagógicas no Museu de Geologia e Pedologia da UFV-CRP

PalavrasChave

Pedologia, Educação ambiental, Geologia

ProjetosVinculados

AtividadesProjeto

Estruturação do Museu de Geologia e Pedologia da UFV-CRP e organização de oficinas pedagógicas com estudantes do ensino básico de escolas dos municípios de Rio Paranaíba, Carmo do Paranaíba e São Gotardo (MG).

LocalidadeAtendida

Escolas do ensino

PessoasAtendidas

100

PessoasAtendidasPorMes

10

Financiado

Sim

URL

https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=34306


gov - CodigoLancamento:34350,NumeroRegistro:PRJ-075/2014,Tipo:Projeto,Titulo:JUVENTUDE E INSERÇÃO SOCIAL,AreaCNPQ:Ciências Sociais Aplicadas,AreaTematica:Direitos Humanos e Justiça,AreaTematica2:Cultura,Env

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Relação dos Projetos e Programas de Extensão

texto:
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CodigoLancamento

34350

NumeroRegistro

PRJ-075/2014

Tipo

Projeto

Titulo

JUVENTUDE E INSERÇÃO SOCIAL

AreaCNPQ

Ciências Sociais Aplicadas

AreaTematica

Direitos Humanos e Justiça

AreaTematica2

Cultura

Envolvidos

LILIAN PERDIGÃO CAIXETA REIS (Coordenador, 05/03/2013 a 30/12/2014), ELZA MARIA VIDIGAL GUIMARAES (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), RITA DE CASSIA DE SOUZA (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), SUELEID APARECIDA ANICETO (Bolsista PIBEX, 05/03/2013 a 30/12/2014), EVERTON ANTONIO DA SILVA (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), JAMILLE MYLENA DE FREITAS GOMES (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), SAMIO DIAS DA SILVA (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), LEILA APARECIDA COSTA PACHECO (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), JÉSSICA MOREIRA DE CASTRO (Colaborador(a) Voluntário(a), 02/03/2014 a 30/12/2014), KÉLLEN MAGALHÁES DA SILVEIRA (Colaborador(a) Voluntário(a), 05/03/2013 a 30/12/2014), CÁTIA REGINA BARROS DE ASSIS (Colaborador(a) Voluntário(a), 02/03/2014 a 30/12/2014), CARINA BARBOSA MAGALHÃES (Colaborador(a) Voluntário(a), 02/03/2014 a 30/12/2014)

DataInicio

2014-02-03

DataTermino

2014-12-30

LinhaExtensao

Infância e adolescência

Objetivo

Oferecer oficinas psicopedagógicas sobre projeto de vida para adolescentes e jovens de 12 a 16 anos residentes nos Conjuntos habitacionais César Sant´Anna Filho (Sol Nascente) e Benjamim José Cardoso (Coelhas), localizados em Viçosa MG.

PalavrasChave

Projeto de vida, Adolescência, Juventude

ProjetosVinculados

AtividadesProjeto

Em um período de 11 (onze) meses pretende-se promover atividades que contribuam para melhorar a qualidade de vida de quinze adolescentes e/ou jovens que vivem em conjuntos habitacionais, através dos seguintes passos: Realização de dia de convivência com a participação de adolescentes, jovens e seus familiares para apresentar proposta do projeto. Realização de reuniões semanais com equipe de trabalho para organização das atividades, Realização de oficinas semanais com adolescentes e jovens, Incentivar adolescentes e jovens quanto à sua formação, escolhas profissionais, cuidados com saúe e investimento em diferentes dimensões que propiciem melhor qualidade de vida, Promover dois encontros com as famílias dos adolescentes e jovens, Produção de resumos para seminários e artigo sobre resultados do projeto, Contribuir para a formação e capacitação de estudantes envolvidos no projeto.

LocalidadeAtendida

Conjuntos habitacionais César Sant´Anna Filho (Sol Nascente) e Benjamim José Cardoso (Coelhas), loc

PessoasAtendidas

15

PessoasAtendidasPorMes

15

Financiado

Não

URL

https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=34350


gov - CodigoLancamento:62518,NumeroRegistro:PRJ-049/2019,Tipo:Projeto,Titulo:PRO-ONCO: ATENDIMENTO NUTRICIONAL A PACIENTES ONCOLÓGICOS,AreaCNPQ:Ciências Biológicas,AreaTematica:Saúde,AreaTematica2:Educação,

gov

Relação dos Projetos e Programas de Extensão

texto:
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CodigoLancamento

62518

NumeroRegistro

PRJ-049/2019

Tipo

Projeto

Titulo

PRO-ONCO: ATENDIMENTO NUTRICIONAL A PACIENTES ONCOLÓGICOS

AreaCNPQ

Ciências Biológicas

AreaTematica

Saúde

AreaTematica2

Educação

Envolvidos

ELIANA CARLA GOMES DE SOUZA (Coordenador, 01/03/2019 a 31/12/2019), BRUNA PARADELO CARDOSO (Bolsista PIBEX, 01/03/2019 a 01/08/2019), REGINA CELIA RODRIGUES DE MIRANDA MILAGRES (Comissão Coordenadora, 01/03/2019 a 31/12/2019), MARIA TERESA FIALHO DE SOUSA CAMPOS (Comissão Coordenadora, 01/03/2019 a 31/12/2019), MARIA ABREU GOTT CUNHA (Bolsista CNPq, 01/03/2019 a 31/12/2019), ALINE ROSIGNOLI DA CONCEIÇÃO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2019 a 31/12/2019), BHREENDDAHARY DY LUAR PRATES KIEPPER (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/08/2019 a 31/12/2019), CAROLINA SOUZA PINTO (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019), JAYNE RIBEIRO ELIAS (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019), HENRIQUE NEPOMUCENO ARONI (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019), LUIZA DE OLIVEIRA POSSA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/08/2019 a 31/12/2019), JOICE DA SILVA CASTRO (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019), JOYCE APARECIDA LAZARINO FLORENTINO (Estagiário, 01/03/2019 a 30/09/2019), EDUARDA DE ALMEIDA CANDIAN (Bolsista PIBEX, 01/03/2019 a 01/12/2019), LÍVYA ALVES OLIVEIRA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2019 a 01/08/2019), MARIANA REIS ELEOTÉRIO (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019), ANA HELENA MORETTO CAPOBIANGO (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019), MARIANA FERREIRA DE SOUZA (Estagiário, 01/03/2019 a 31/12/2019)

DataInicio

2019-03-01

DataTermino

2019-12-31

LinhaExtensao

Saúde Humana

Objetivo

Promover atendimento domiciliar (home care) a pacientes oncológicos e em oficinas culinárias para monitorar o estado nutricional e amenizar os efeitos colaterais da quimioterapia.

PalavrasChave

câncer, home care, nutrição

ProjetosVinculados

AtividadesProjeto

O projeto terá como público envolvido, pacientes em tratamento quimioterápico em hospitais da região (Ponte Nova e Muriaé) e na Unidade de Atendimento Especializado em Saúde-Viçosa (UAES) que oferecem atendimento oncológico pelo Sistema Único de Saúde. A escolha destes locais se deu porque no município de Viçosa não há oferecimento de tratamento oncológico hospitalar pelo SUS, assim, os pacientes recorrem às cidades vizinhas e, se justifica ainda, por serem hospitais de excelência. O Centro de Tratamento do Câncer do Hospital de Nossa Senhora das Dores foi inaugurado em 2000 e em 2009 obteve credenciamento para atender pacientes do SUS. Hoje são realizadas 50 cirurgias oncológicas e cerca de 300 pacientes fazem tratamento quimioterápico (HISTÓRIA DO HOSPITAL, 2018), de Ponte Nova e região, incluindo Viçosa. O Hospital do Câncer de Muriaé foi credenciado junto ao Ministério da Saúde como Centro de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) em 2002. Atende pacientes de mais de 270 municípios da zona da mata mineira e adjacências. Segundo levantamento de 2013, foram atendidas 37.634 pessoas entre atendimentos ambulatoriais e procedimentos. As internações chegaram a 7.743 e cirurgias oncológicas foram 5.575. Foram realizadas ainda, 41.948 sessões de quimioterapia. Dos pacientes atendidos no Hospital do Câncer, 84% recebem assistência do SUS-(Sistema Único de Saúde) (HISTÓRIA, 2015). A Unidade de Atendimento Especializado em Saúde (UAES) é resultante de um convênio entre a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e os Ministérios da Saúde e da Educação, que está em funcionamento desde o mês de agosto de 2018, é integrado à rede microrregional do SUS. Tem capacidade de realizar, em média, 800 atendimentos ambulatoriais por mês e 54% deles são destinados à população viçosense (CÂMARA MUNICIPAL DE VIÇOSA, 20018). É um campo de atuação de professores e alunos, que geram conhecimento e, ao mesmo tempo, oferecem à população atendimento especializado e gratuito. Primeiramente, os participantes do projeto irão conhecer os Centros Oncológicos dos hospitais parceiros e a Unidade de Atendimento Especializado em Saúde (UAES). Os pacientes passarão por uma triagem realizada pela Nutricionista para escolher aqueles domiciliados em Viçosa e que estejam em tratamento quimioterápico. O primeiro contato entre a equipe (estudantes, professores e técnicas) com os pacientes se dará por intermédio da Nutricionista e/ou Enfermeira dos hospitais e da UAES. Neste momento, será feito o convite para participação do projeto e esclarecimento dos objetivos. Para melhor aproximar os alunos e os pacientes dos Centros Oncológicos hospitalares, estes acompanharão as consultas que antecedem a quimioterapia, e os da UAES, as consultas ambulatoriais, caso os pacientes permitam. Durante as consultas, os estudantes deverão exercitar a escuta qualificada, o respeito com as histórias de vida e com o contexto atual, já que isso permitirá que consigam perceber holisticamente o paciente, bem como, exercitar a alteridade, que é um dos princípios fundamentais nas relações de cuidado como profissional de saúde. Na abordagem do paciente com câncer e seus familiares, a qualidade do cuidado é determinado pela comunicação e a informação adequada (LUZ, 2015). Para Ayres (2004) a complexidade na relação dos profissionais de saúde com os pacientes pode ser reduzida, durante as consultas, por meio do diálogo com abertura para ouvir o outro com autêntico interesse. O profissional necessita ouvir e se faz ouvir, sem se apropriar exclusivamente do discurso tecnocientífico para que ocorra a humanização em saúde. Para isso, a equipe receberá capacitação intensiva (primeira semana do projeto) pelos professores e técnica de nível superior sobre avaliação nutricional, orientações nutricionais e de cuidados e abordagem ao paciente, para que seja feita de forma ética, precisa e humanizada. Para caracterizar a população, serão coletadas as seguintes informações via prontuário: %u2022Identificação do paciente: nome, gênero, idade, etnia, renda familiar, %u2022História da doença atual: relato claro e cronológico dos problemas que motivaram a internação ou a consulta do paciente na unidade hospitalar, %u2022História pregressa da doença: outras doenças crônicas, informações sobre cirurgias prévias, %u2022História social: dados sobre tabagismo, uso de bebidas alcoólicas, situação domiciliar, etc., %u2022Avaliação do estado mental: avaliar se o paciente encontra-se lúcido e orientado no tempo e espaço, se possui capacidade de alimentar-se sozinho, com auxílio ou se há necessidade de suporte nutricional, %u2022Avaliação das funções vesico-intestinais, %u2022História alimentar: hábitos alimentares (número de refeições realizadas, quem prepara os alimentos, etc.), mudanças recentes na massa corporal, uso de medicamentos ou suplementos nutricionais, presença de alergias, intolerâncias ou aversões alimentares, apetite, sintomas digestivos, saúde oral e dental. %u2022 Dados antropométricos: massa corporal, estatura, Índice de Massa Corporal (IMC), perímetros e dobras cutâneas. De acordo com as demandas percebidas por meio do levantamento de dados do paciente, em relação ao estado nutricional e efeitos colaterais da quimioterapia, a equipe se reunirá para discutir o desenvolvimento de estratégias e material educativo. Assim, essas informações servirão de guia para elaboração de ações de extensão, no atendimento domiciliar e nas oficinas culinárias. Porém, as ações poderão ser reformuladas, à medida que os atendimentos forem acontecendo e novas realidades forem sendo descortinadas. Para que isso seja possível, a coordenadora estabeleceu a reunião denominada REFORMULA, que ocorrerá mensalmente ou quando convocada por algum dos membros da equipe. Home Care O atendimento domiciliar será feito por, no mínimo, três participantes da equipe, devendo ter pelo menos um profissional, como estudante de pós-graduação ou professores. Esse atendimento será dará em dia e horário agendado com o paciente e/ou cuidador, priorizando horários em que o paciente esteja descansado e disponível. O agendamento será feito via telefone ou no momento da consulta. A regularidade do atendimento ao paciente será de acordo com o estado nutricional do paciente, assim, pacientes desnutridos, caquéticos e apresentando severos efeitos colaterais da quimioterapia serão atendidos com maior frequência. Outro determinante da frequência dos atendimentos é o tipo de ciclo do tratamento que pode ser diário, semanal ou a cada 2 ou 3 semanas, já que o atendimento domiciliar se dará nos intervalos do tratamento. No atendimento domiciliar, será avaliação nutricional do paciente para que possa ser detectado precocemente o risco nutricional, possibilitando uma intervenção nutricional que minimize o agravamento da depleção nutricional e as possíveis complicações clínicas decorrentes da desnutrição. Dentre essa avaliação, serão realizadas anamnese nutricional, exame físico nutricional e antropometria. 1)Anamnese nutricional: permitirá verificar alterações do apetite, intolerâncias e aversões alimentares adquiridas e efeitos colaterais da quimioterapia. A anamnese é feita diretamente com o paciente e poderá, também, contar com a ajuda do cuidador/familiar, caso necessário. 2)Exame físico nutricional: esta avaliação busca perceber sinais de depleção das reservas corporais de tecido subcutâneo (exame do tríceps, subescapular e tórax), sinais sugestivos de hipoalbuminemia (presença de edema e ascite) e alterações estruturais da pele, mucosas, olhos, cabelos e unhas (TEIXEIRA NETO, 2003). Convém ressaltar que o repouso prolongado leva à atrofia muscular (ACUÑA, CRUZ, 2004). 3)Avaliação antropométrica permitirá aferir a medida do tamanho corporal e suas proporções, estimada através da utilização de indicadores diretos do estado nutricional como massa corporal, estatura, perímetros e dobras cutâneas. Massa corporal atual ou peso atual A massa corporal (MC) atual ou peso atual é aferida para determinação de diagnóstico nutricional por meio do Índice de Massa Corporal (IMC), quando associado à estatura. Para aferir, o paciente deve estar descalço, sem roupas pesadas, adereços ou pertences nos bolsos. Ele deverá se posicionar de forma ereta, no centro da balança, de costas para o aparelho. Os pés devem ficar pouco afastados e em paralelo. As mãos devem ficar posicionadas ao longo do corpo com a palma virada para dentro. A MC deve ser visualizada na balança assim que o valor se estabilizar. Quando o paciente estiver acamado e não for possível aferir a MC atual, será feita a estimativa de MC por meio da utilização das fórmulas de Chumlea e Steinbaugh (1994), em que são utilizados como variáveis, o perímetro do braço e a altura do joelho. A perda de MC involuntária constitui importante informação para avaliar a gravidade do problema de saúde, visto sua correlação com mortalidade (Tabela 1). Tabela 1 - Interpretação da perda de MC em relação ao tempo TempoPerda significativa de MC (%)Perda grave de MC (%) 1 semana1-2>2 1 mês5>5 3 meses7,5>7,5 6 meses10>10 Por meio da interpretação da perda de massa corpórea, pode-se direcionar os orientações nutricionais ao paciente. Estatura Para aferir a altura, o indivíduo deverá estar em pé, descalço, com os calcanhares juntos, costas retas e braços estendidos ao lado do corpo. A cabeça deve estar erguida em ângulo reto com o pescoço. O paciente deverá olhar para um ponto fixo na altura dos olhos (plano de Frankfurt) e a aferição deve ser realizada ao final de uma inspiração profunda. O estadiômetro deve ser posicionado sobre a cabeça do paciente comprimindo o cabelo. Alguns métodos alternativos podem ser utilizados para estimativa da estatura em indivíduos impossibilitados de avaliação através do método convencional, como: a)Equações de Chumlea et al (1998) para idoso e Chumlea et al (1994) para adultos. b)Altura do joelho: o paciente fica em posição supina ou sentado o mais próximo possível da cadeira, com joelho esquerdo flexionado em ângulo de 90o e a altura até o joelho é aferida. Este método é indicado especialmente para idosos (CHUMLEA et al.,1987). c)Extensão dos braços: os braços devem estar estendidos, formando um ângulo de 90o com o corpo. Mede-se a distância entre os dedos médios das mãos, utilizando-se uma fita métrica flexível. A medida obtida corresponde à estimativa da estatura do indivíduo (KWOK, WRITELOW, 1991). d)Estatura recumbente: O indivíduo deve estar em posição supina. Marcam-se no lençol pontos referentes ao topo da cabeça e base do pé, e depois é medida a distância entre as marcas com fita graduada (CHUMLEA et al.,1987). Índice de Massa Corporal (IMC) É calculado dividindo-se o peso (kg) pela altura (m) elevada ao quadrado. A classificação do estado nutricional varia entre os adultos (WHO, 1995, WHO, 1998) e idosos (OPAS, 2002). Perímetro do braço (PB) O braço deve estar flexionado em direção ao tórax, formando ângulo de 90o. Localizar e marcar o ponto médio entre o acrômio e o olecrano. Solicitar ao indivíduo que fique com braço estendido ao longo do corpo com a palma da mão voltada para a coxa. Contornar o braço com a fita flexível no ponto marcado de forma ajustada evitando compressão da pele. A classificação do estado nutricional será feito segundo Frisancho (1981). Dobra cutânea triciptal (DCT) É a medida mais utilizada na prática clínica para monitoramento do estado nutricional, considerando que a região do tríceps seja mais representativa da camada subcutânea de gordura. Deve ser mensurada na parte posterior do braço, com o mesmo relaxado, estendido ao longo do corpo, após localização do ponto médio entre o acrômio e o olecrânio. A classificação do estado nutricional será feita segundo Frisancho (1981). Perímetro muscular do braço (PMB) Medida do compartimento proteico-somático, avaliada indiretamente através da associação entre a dobra cutânea tricipital e o perímetro do braço. Fórmula: PMB (cm)= PB (cm) DCT (mm) x %uF070 A classificação do estado nutricional será realizada segundo Frisancho (1981). Área muscular do braço corrigida (AMBc) Avalia a reserva de tecido muscular corrigindo a área óssea, sendo obtida de acordo com o sexo. Fórmulas: Homens AMBc (cm2)= [CB (cm) - %uF070 x DCT (mm) %uF0B8 10]2 10 4%uF070 Mulheres AMBc (cm2)= [CB (cm) - %uF070 x DCT (mm) %uF0B8 10]2 6,5 4%uF070 A classificação do estado nutricional será realizada segundo Frisancho (1990). Perímetro da panturrilha É a medida mais sensível da avaliação da massa muscular de idosos. A classificação do estado nutricional será realizada segundo WHO (1995). Para a escolha do parâmetro antropométrico, serão considerados os seguintes fatores: a)Relacionados à faixa etária: Em pacientes idosos, será utilizado, preferencialmente, o perímetro da panturrilha (CP) para avaliação da massa magra. A dobra cutânea triciptal (DCT) só será aferida em pacientes idosos que possuam pele íntegra, possibilitando avaliação fidedigna do parâmetro. b)Relacionados ao sítio do tumor: Para avaliação do estado nutricional de pacientes com ascite e/ou massa pélvica não será utilizado o IMC, e serão aferidos as dobras cutâneas e perímetros. Pacientes com ausência de ascite e nódulos de até 10cm x 10cm poderão ter seu peso utilizado para cálculo do IMC, uma vez que o tamanho do tumor não influencia significativamente no peso corporal. Em pacientes amputados, sem possibilidade de aferição do peso corporal, será utilizado como parâmetro, a avaliação de dobras cutâneas e perímetros. Caso o indivíduo não for capaz de ficar ereto será aferida a altura de joelho. c)Relacionados ao estádio da doença Pacientes com doença avançada ou terminal só terão seus parâmetros antropométricos aferidos, caso a aferição não represente transtorno ao mesmo. Pode-se utilizar a MC referida, se recente (até 30 dias da última aferição), na admissão ou na reavaliação nutricional. O acadêmico de Enfermagem fará orientações para o autocuidado em domicílio, bem como auxiliará na implementação de propostas educativas visando promover a aderência dos pacientes e familiares ao tratamento. Oficinas Culinárias As oficinas culinárias, como metodologia de intervenção, têm como finalidade proporcionar expansão do conhecimento culinário das famílias e dar a elas opções alimentares de boa qualidade nutricional e com capacidade de amenizar os efeitos do câncer e/ou do tratamento quimioterápico. Além desses, será também estimulada a troca de saberes através da socialização de receitas trazidas pelos pacientes. Com as oficinas são abertos canais de socialização dos pacientes, onde sem sentirão representados, reduzindo assim, o estigma do isolamento a que muitos se submetem. As oficinas de culinária acontecerão a cada três meses em dias e horários previamente acordados com os participantes. As oficinas terão dois focos distintos, mas complementares. No primeiro momento, os participantes receberão informações acerca dos alimentos que serão preparados. Após o processo de preparação, será feita a análise sensorial por meio do teste de aceitação com escala hedônica de 5 pontos. Em um segundo momento, os participantes serão estimulados a compartilhar receitas utilizadas com a finalidade de aliviar os sintomas decorrentes do câncer e/ou do tratamento, promovendo assim, a troca de saberes. Essas receitas serão recebidas antecipadamente para a aquisição dos ingredientes e as mesmas serão executadas pelos participantes no Laboratório de Estudo Experimental dos Alimentos (LEEA) na oficina seguinte, após ajustes, se necessário. Um ator importante nestas oficinas é a técnica de nível médio que, com sua experiência no LEEA, em muito contribuirá para a elaboração das receitas. Após as oficinas, serão construídas as fichas técnicas das preparações. A composição química dos alimentos utilizados nas formulações será obtida por meio de consulta na tabela de composição química de alimentos, disponíveis na literatura (TACO, 2011) e nos rótulos de alimentos industrializados. Ao final do projeto, será disponibilizada uma cartilha com todas as preparações desenvolvidas nas oficinas, contendo a ficha técnica com ingredientes e modo de preparo. Para facilitar a avaliação e mudanças de metodologias e metas, será utilizado o registro das atividades em que haverá detalhamento das ações promovidas, dos objetivos propostos e os resultados atingidos, frisando como a equipe se portou diante das situações que emergiram. Para o melhor desempenho do projeto, serão realizadas REUNIÕES DE ALINHAMENTO, quinzenalmente, com todos os alunos participantes, co-orientadores, e orientadora. Nesse momento, serão discutidos os pontos relevantes e andamento do projeto e planejamento das oficinas. Para embasar todas as ações, acontecerá encontros quinzenais, denominados REUNIÕES CIENTIFICAS para, discussão de artigos científicos previamente selecionados sobre temas relacionados Finalizando o período de intervenção, nova avaliação será realizada para se constatar os efeitos das estratégias nutricionais criadas na redução de sintomas dos pacientes oncológicos. O projeto será encaminhado ao Comitê de Ética na pesquisa em Seres Humanos da Universidade Federal de Viçosa e todos pacientes assinarão o termo de consentimento livre e esclarecido. Dessa forma, o projeto respeitará todos os procedimentos bioéticos propostos pela resolução do governo brasileiro supervisionado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS, n.196/96)

LocalidadeAtendida

Viçosa

PessoasAtendidas

80

PessoasAtendidasPorMes

8

Financiado

Não

URL

https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=62518


gov - CodigoLancamento:62791,NumeroRegistro:PRJ-072/2019,Tipo:Projeto,Titulo:O SOM DO TEMPO/ VIVA LA MUSICA UM PROGRAMA SOBRE HISTÓRIA E ...,AreaCNPQ:Ciências Humanas,AreaTematica:Comunicação,AreaTematica2:

gov

Relação dos Projetos e Programas de Extensão

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 04/11/2020)

CodigoLancamento

62791

NumeroRegistro

PRJ-072/2019

Tipo

Projeto

Titulo

O SOM DO TEMPO/ VIVA LA MUSICA UM PROGRAMA SOBRE HISTÓRIA E ...

AreaCNPQ

Ciências Humanas

AreaTematica

Comunicação

AreaTematica2

Cultura

Envolvidos

YASSEN GABRIEL FIDELES UBL (Bolsista PROCULTURA, 01/03/2019 a 01/03/2020), MARIANA LOPES BRETAS (Comissão Coordenadora, 01/03/2019 a 01/03/2020), ANA PAULA RIBEIRO FREITAS (Comissão Coordenadora, 01/03/2019 a 01/03/2020), BRENO VITALE LONGHI (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2019 a 01/03/2020), PRISCILA RIBEIRO DORELLA (Coordenador, 01/03/2019 a 01/03/2020), THIAGO HENRIQUE MOTA (Comissão Coordenadora, 01/03/2019 a 01/03/2020)

DataInicio

2019-03-01

DataTermino

2019-11-18

LinhaExtensao

Música

Objetivo

A Extensão Universitária propicia a interação transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade associando de diversas formas educação, cultura, ciência e política. O objetivo do projeto é utilizar a Rádio Universitária FM 100,7 como um meio de minimizar o desconhecimento sobre a História e a cultura da América Latina e da África criando um espaço rico de interações entre a comunidade de Viçosa e região e os estudantes africanos e latino-americanos da UFV.

PalavrasChave

História, Música, Cultura

ProjetosVinculados

AtividadesProjeto

Realização de programas semanais na Rádio Universitária FM 100,7, totalizando no mínimo 30 (trinta) programas com temáticas diferentes. Realização de entrevistas com estudantes latino-americanos e africanos, com no mínimo 12 (doze) entrevistados. Construção de 4 (quatro) eventos de caráter formativo voltados para a formação acadêmica e docente dentro da Universidade. Promoção de 2 (duas) festas temáticas ao final dos semestres letivos da UFV. SIstematização da experiência do projeto em um artigo acadêmico. Disponibilização de um acervo digital dos programas, como memória institucional da UFV.

LocalidadeAtendida

Viçosa e região

PessoasAtendidas

10000

PessoasAtendidasPorMes

10000

Financiado

Sim

URL

https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=62791


gov - CodigoLancamento:63438,NumeroRegistro:PRJ-098/2019,Tipo:Projeto,Titulo:PRÁTICAS AMIGÁVEIS AOS POLINIZADORES PARA PROMOÇÃO DE SINERG...,AreaCNPQ:Ciências Agrárias,AreaTematica:Tecnologia e Produção,Are

gov

Relação dos Projetos e Programas de Extensão

texto:
ver Fonte/+info (dt.atualização: 04/11/2020)

CodigoLancamento

63438

NumeroRegistro

PRJ-098/2019

Tipo

Projeto

Titulo

PRÁTICAS AMIGÁVEIS AOS POLINIZADORES PARA PROMOÇÃO DE SINERG...

AreaCNPQ

Ciências Agrárias

AreaTematica

Tecnologia e Produção

AreaTematica2

Meio Ambiente

Envolvidos

HELDER CANTO RESENDE (Coordenador, 01/03/2019 a 28/02/2020), CARLOS HENRIQUE DE FIGUEIREDO VASCONCELLOS (Comissão Coordenadora, 01/03/2019 a 28/02/2020), LUCAS ENRIQUE XAVIER DE ALMEIDA (Bolsista PIBEX, 01/03/2019 a 28/02/2020)

DataInicio

2019-03-01

DataTermino

2020-02-28

LinhaExtensao

Gestão do trabalho urbano e rural

Objetivo

Implementar práticas amigáveis aos polinizadores para promoção de sinergias e benefícios mútuos para a conservação da biodiversidade, ganho de produção agrícola e aumento de produção apícola nos apiários de Florestal/MG.

PalavrasChave

Apicultura, Agricultura, Polinizadores

ProjetosVinculados

AtividadesProjeto

1. Avaliar os apiários e suas áreas de produção agrícola associadas quanto ao uso de práticas amigáveis e não amigáveis aos polinizadores. 2. Avaliar a biodiversidade de polinizadores e a biodiversidade floral nos apiários e áreas de produção agrícola e apícola. 3. Manejar colônias de Apis mellifera e abelhas nativas sem ferrão em áreas de produção agrícola visando o aumento da produção agrícola pela polinização e aumento de produção apícola pela utilização de culturas como pasto apícola. 4. Avaliar a diversidade polínica utilizadas pelas abelhas em diferentes ambientes de cultivos agrícolas, correlacionando a diversidade de fontes florais com o valor nutricional do pólen apícola. 5. Formular receitas de alimentação complementar, compensando, quando necessário, a baixa disponibilidade de pasto apícola pela alimentação suplementar energética e protéica. 6. Orientar e estabelecer melhores práticas de manejo dos apiários e das áreas de produção agrícola associadas. 7. Diversificar a produção apícola no município de Florestal/MG, ensinando, orientando e acompanhando os apicultores e meliponicultores na produção do pólen apícola e do mel de abelhas nativas sem ferrão.

LocalidadeAtendida

Florestal

PessoasAtendidas

60

PessoasAtendidasPorMes

15

Financiado

Sim

URL

https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=63438


PWG

PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o
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