CodigoLancamento |
46312 |
NumeroRegistro |
PRJ-103/2016 |
Tipo |
Projeto |
Titulo |
DIFUSÃO E PRESERVAÇÃO DA CAPOEIRA ANGOLA TRIBO DO MORRO PARA... |
AreaCNPQ |
Ciências Humanas |
AreaTematica |
Cultura |
AreaTematica2 |
Educação |
Envolvidos |
VITOR THOMAS SANT AMARO (Bolsista PROCULTURA, 01/03/2016 a 31/12/2016), ANGELO ADRIANO FARIA DE ASSIS (Coordenador, 01/03/2016 a 31/12/2016) |
DataInicio |
2016-03-01 |
DataTermino |
2016-12-31 |
LinhaExtensao |
Patrimônio cultural, histórico, natural e imaterial |
Objetivo |
O projeto tem como objetivo principal contribuir com o processo de difusão e preservação da Capoeira Angola (patrimônio cultural imaterial brasileiro) e fortalecimento da identidade cultural da comunidade atendida. |
PalavrasChave |
Capoeira Angola, Patrimônio cultural, afro-brasileiro |
ProjetosVinculados |
|
AtividadesProjeto |
Treinos, rodas, oficinas e eventos. |
LocalidadeAtendida |
"Morro do Escorpião" e Bairro Floresta |
PessoasAtendidas |
100 |
PessoasAtendidasPorMes |
100 |
Financiado |
Não |
URL |
https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=46312 |
CodigoLancamento |
47344 |
NumeroRegistro |
PRJ-148/2016 |
Tipo |
Projeto |
Titulo |
PROPOSTA DE RECONDICIONAMENTO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ES... |
AreaCNPQ |
Engenharia/Tecnologia |
AreaTematica |
Meio Ambiente |
AreaTematica2 |
Saúde |
Envolvidos |
LUDMILA SILVA LUIZ (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/01/2016 a 31/12/2016), LEANDRO NASCIMENTO LIMA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/01/2016 a 31/12/2016), GUILHERME BARBOSA DE CARVALHO MATOS (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/01/2016 a 31/12/2016), HELBERTH RAFAEL SILVA BRAZ (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/01/2016 a 31/12/2016), THIAGO GUIMARÃES RIBEIRO DE ÁVILA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/01/2016 a 31/12/2016), LINEKER MAX GOULART COELHO (Coordenador, 01/01/2016 a 31/12/2016) |
DataInicio |
2016-01-01 |
DataTermino |
2016-12-31 |
LinhaExtensao |
Questões Ambientais |
Objetivo |
Adequação do atual sistema de tratamento de efluentes de Rio Paranaíba ao visando aumento de sua eficiência e atendimento as legislações vigentes |
PalavrasChave |
Esgoto sanitários, Tratamento de efluentes, Saneamento |
ProjetosVinculados |
|
AtividadesProjeto |
-Revisão da literatura sobre o tema -Coleta de dados do município -Diagnóstico do funcionamento da ETE atual -Análise preliminar de alternativas tecnológicas de melhoria do sistema -Concepção do projeto básico do novo sistema proposto -Concepção do projeto detalhado do novo sistema proposto -Análise de viabilidade econômica |
LocalidadeAtendida |
Rio Paranaíba |
PessoasAtendidas |
12500 |
PessoasAtendidasPorMes |
12500 |
Financiado |
Não |
URL |
https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=47344 |
CodigoLancamento |
70948 |
NumeroRegistro |
PRJ-100/2020 |
Tipo |
Projeto |
Titulo |
EXERCÍCIO FÍSICO EM CASA DURANTE A PANDEMIA DO CORONAVÍRUS (... |
AreaCNPQ |
Ciências Biológicas |
AreaTematica |
Saúde |
AreaTematica2 |
Educação |
Envolvidos |
MIGUEL ARAUJO CARNEIRO JUNIOR (Coordenador, 16/03/2020 a 31/07/2021), FELIPE SOARES TOMAZ PEREIRA (Estagiário, 16/03/2020 a 31/07/2021), BEATRIZ WOYAMES FERREIRA DE CASTRO PINTO (Estagiário, 16/03/2020 a 31/07/2021), SAMUEL GONÇALVES ALMEIDA DA ENCARNAÇÃO (Estagiário, 16/03/2020 a 31/07/2021), CINTIA NEVES DE MIRANDA (Estagiário, 16/03/2020 a 31/07/2021), DANIELE PEREIRA DA SILVA ARAUJO (Estagiário, 16/03/2020 a 31/07/2021), STHÉFANY LEMOS FAZOLO (Bolsista CNPq, 16/03/2020 a 31/07/2021) |
DataInicio |
2020-03-16 |
DataTermino |
2021-07-31 |
LinhaExtensao |
Saúde Humana |
Objetivo |
Realizar a orientação, prescrição e acompanhamento remoto de exercícios físicos praticados por pessoas de meia e terceira idade no ambiente domiciliar. |
PalavrasChave |
COVID-19, atividade física, saúde |
ProjetosVinculados |
|
AtividadesProjeto |
O presente projeto terá como ações extensionistas: 1. Informações atualizadas sobre a doença infecciosa COVID-19, incluindo orientações sobre a prevenção e cuidados gerais, 1. Orientação e prescrição de exercícios físicos de maneira remota, para que as pessoas compreendam a importância da prática regular de exercícios físicos como tratamento não medicamentoso para melhora de sua saúde física e mental, contribuindo para sua melhora clínica, metabólica e mudança de comportamento, 2. Avaliação do nível de satisfação dos participantes quanto às ações, no qual serão aplicados questionários referentes às orientações, exercícios físicos, espaço disponível para prática, entre outros. Os resultados serão discutidos remotamente com os participantes, objetivando aperfeiçoar as ações do projeto, 3. Serão realizadas reuniões semanais a fim de discutir todos os aspectos relevantes do projeto, como a atualização das informações relativas à doença, periodização do treinamento, forma de transmissão dos exercícios, assim como abordagens de artigos científicos atuais da área do envelhecimento humano, 4. Aprimoramento da prescrição do treinamento físico focado no público de meia idade e idoso, a partir da adequação dos exercícios e da inclusão de novos tipos de atividades no âmbito domiciliar, 5. Treinamento dos monitores do projeto na realização de seu trabalho no meio virtual, como o uso de plataformas na montagem do treinamento e nas formas de se comunicarem na explicação dos exercícios. |
LocalidadeAtendida |
Pessoas de meia e terceira idade de Viçosa-MG |
PessoasAtendidas |
100 |
PessoasAtendidasPorMes |
100 |
Financiado |
Não |
URL |
https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=70948 |
CodigoLancamento |
73571 |
NumeroRegistro |
PRJ-134/2020 |
Tipo |
Projeto |
Titulo |
PROGRAMA AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS (PAA)NO POLO AGROECOLÓGICO E... |
AreaCNPQ |
Ciências Agrárias |
AreaTematica |
Multidisciplinar |
AreaTematica2 |
Direitos Humanos e Justiça |
Envolvidos |
RAFAEL MAURI (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), EUGÊNIO MARTINS DE SÁ RESENDE (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), LETÍCIA GAMARANO PIRES (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), MARIA ALICE FERNANDES CORRÊA MEDONÇA (Coordenador, 01/03/2020 a 30/12/2020), ALAIR FERREIRA DE FREITAS (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), WILLER ARAUJO BARBOSA (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), IRENE MARIA CARDOSO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), FABRICIO VASSALLI ZANELLI (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), RAPHAEL BRAGANCA ALVES FERNANDES (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), MARCELO MINA DIAS (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), FLÁVIA CRISTINA SANTANA (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), SUELI DE SOUZA SANTOS ELOI (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), MATHIAS MORAES ABRAO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2020 a 30/12/2020), CLARA SOARES DE FREITAS GUIMARÃES (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2020 a 30/12/2020), MARIANE SILVA DUARTE (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2020 a 30/12/2020), LAURA GRANDÍLLIA ARAÚJO ESPÓSITO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2020 a 30/12/2020), ALEXANDRIA JEANNE WILSON (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/03/2020 a 30/12/2020), SIMONE MAULAZ ELTETO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), BRAULIO MARTINS BUENO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), RENATO PEREIRA DA SILVA (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), ANA LIDIA COUTINHO GALVAO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), MARCOS VINÍCIUS SILVA PINTO COELHO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), SHEILA LOURDES DE OLIVEIRA (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), THALITA RODY MACHADO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), GABRIEL BIANCONI FERNANDES (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), VANESSA MACIEL ZICO (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020), NINA ABIGAIL CALIGIORNE CRUZ (Comissão Coordenadora, 01/03/2020 a 30/12/2020) |
DataInicio |
2020-03-01 |
DataTermino |
2020-12-30 |
LinhaExtensao |
Segurança alimentar |
Objetivo |
Fortalecer e apoiar o Polo Agroecológico da Zona da Mata mineira, no contexto da pandemia do COVID-19 reforçando as estratégias de segurança e soberania alimentar, no campo e na cidade, comprando alimentos da agricultura familiar e doando a familias em situações de vulnerabilidade social. |
PalavrasChave |
PAA, Segurança Alimentar, COVID-19 |
ProjetosVinculados |
|
AtividadesProjeto |
Elaboração e execução de uma política pública do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) modalidade compra institucional. Unidade Executora: Universidade Federal de Viçosa (UFV), entidades parceiras: Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA-ZM), |
LocalidadeAtendida |
10 municípios da Zona da Mata,mais: BH, Governador Valadares, Montes Claros, Caldas e Poço F. |
PessoasAtendidas |
1500 |
PessoasAtendidasPorMes |
250 |
Financiado |
Sim |
URL |
https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=73571 |
CodigoLancamento |
74883 |
NumeroRegistro |
PRJ-145/2020 |
Tipo |
Projeto |
Titulo |
NOVAS DIRETRIZES PARA ORIENTAÇÃO, ATENDIMENTO E MANEJO DO PA... |
AreaCNPQ |
Ciências Biológicas |
AreaTematica |
Saúde |
AreaTematica2 |
Educação |
Envolvidos |
FABIANA AZEVEDO VOORWALD (Coordenador, 01/02/2020 a 01/02/2040), TATIANA SCHMITZ DUARTE (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), EMILY CORRENA CARLO REIS (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), EVANDRO SILVA FAVARATO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), ANDREA PACHECO BATISTA BORGES (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), LUKIYA SILVA CAMPOS FAVARATO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), PAULO RENATO DOS SANTOS COSTA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), LISSANDRO GONCALVES CONCEICAO (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), FERNANDA LIMA FERREIRA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), ANA LUIZA MARTINS MAIA (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040), MARIANA SILVA LEITE (Colaborador(a) Voluntário(a), 01/02/2020 a 01/02/2040) |
DataInicio |
2020-02-01 |
DataTermino |
2040-02-01 |
LinhaExtensao |
Saúde animal |
Objetivo |
Objetiva-se com este projeto, a implementação da Cat Friendly Practice no manejo e atendimento do paciente felino no município de Viçosa e região, incluindo adaptação de ambulatório de felinos no Hospital Veterinário, treinamento de alunos, residentes, pós-graduandos, funcionários, Médicos Veterinários e Professores nas práticas recomendadas pela CFP, além da conscientização e educação dos tutores e população sobre as particularidades dos felinos, sanidade, prevenção de zoonoses, posse responsável e detecção precoce de manifestações clínicas das doenças. |
PalavrasChave |
Cat Friendly Practice, Manejo de recursos, Feral |
ProjetosVinculados |
|
AtividadesProjeto |
A implantação de medidas deve ser realizada considerando as etapas descritas a seguir. ?Contato do felino com o local, equipe e outros gatos, realizando reforço positivo utilizando alimentos palatáveis de comportamentos considerados amistosos (VOGT et al., 2010, RODAN et al., 2011, RODAN,2012). (RODAN, 2012), ?Expor felinos com idade de 2 a 9 semanas de vida que estão mais propensos a socialização, às situações de manejo que normalmente passarão em sua vida como realização de exames e administração de medicamentos (RODAN, 2012, BRADSHAW, 2014). ?Oferecer aulas de comportamento aos proprietários, gerando oportunidades para ensinar técnicas de manejo e adaptação aos diversos desafios que serão expostos durante sua vida, medida vantajosa que pode gerar resultados harmoniosos e promover uma educação mais direcionada para o cliente (VOGT et al., 2010, RODAN et al.,2011), realizar também, brincadeiras para criação do vínculo com esses animais (ELLIS et al., 2013). ?Realizar ensaio de atendimentos médicos veterinários, como o exame físico e manejo felino, para que tanto o cliente como o gato, sintam-se familiarizados com técnicas como: administrar um medicamento via oral, exame de coxins, boca e orelhas, sempre utilizando o reforço positivo, sendo que nesse caso pode ser oferecido na forma de brincadeiras ou carinhos (RODAN et al., 2011, RODAN, 2012). Felinos gostam de carinhos na cabeça, pescoço e queixo, podendo tornar-se agressivos quando tocados em outras regiões corpóreas como abdômen (ELLIS et al., 2013), ?Ensinar como se comportar em casa com o gato, desde como administrar um medicamento, local mais apropriado, e até criar uma rotina, sempre realizando reforços positivos durante todo manejo (CARNEY et al., 2012). ?Instruir os clientes como transportar seus animais, em caixa transporte segura, com ventilação apropriada, podendo utilizar a estratégia de manter livre acesso ao animal durante o convívio de casa, colocando brinquedos e objetos familiares para o gato, induzindo que ele entre no local e se habitue (RODAN et al., 2011, RODAN, 2012, ELLIS et al., 2013). ?Trazer à consciência do cliente a sensoriedade do felino, ou seja, o fato do gato ter olfato, visão e audição apurada (RODAN et al., 2011 e RODAN, 2012), detectando pequenas alterações ambientais ou individuais que gerem ameaça e até conseguindo identificar a ansiedade e medo do seu tutor, tornando-se ansioso também. Para evitar essa postura, deve-se orientar o cliente permanecer com pensamento positivo diante das adversidades da consulta e comportamento de seu animal (RODAN et al., 2011, RODAN, 2012). Deve-se manter um vínculo de confiança e estar disponível para eventuais dúvidas dos clientes quanto ao manejo, criando uma interação prática e promovendo um atendimento de melhor qualidade (RODAN et al., 2011, RODAN, 2012, CARNEY et al., 2012). ?Retornar ao lar: também deve ser considerado, principalmente em locais com mais de um felino, a técnica de enrolar o animal em uma toalha que teve contato com os animais habitantes domiciliares, pode trazer novamente o odor característico do lar, diminuindo a rispidez na aceitação do felino que esteve fora do ambiente. Indique ao cliente não forçar a interação dos felinos, instrua que ele promova tempo de adaptação novamente (RODAN et al., 2011) Algumas estratégias devem ser adotadas para diminuir o desconforto e aumentar o “reforço positivo”. Dentre os reforços positivos, devemos considerar: ?Permitir que o felino se adapte ao ambiente do consultório, deixando a porta aberta da caixa transporte enquanto realiza a anamnese, caso o gato não saia por conta própria, abrir a caixa pelo teto e promover o exame físico, caso seja necessário utilize uma toalha para contenção (VOGT et al., 2010, RODAN et al., 2011), instruir que o cliente não force e retire o animal da caixa somente se for solicitado (CARNEY et al., 2012). ?Deve-se tomar cuidado com comportamento durante o atendimento, como falar alto e encarar o gato, esses comportamentos podem gerar ansiedade (CARNEY et al., 2012). O gato percebe o olhar fixo como uma ameaça, daí evitar esse tipo de contato, o ato de piscar de forma lenta faz com que ele seja mais amigável e confiante e caso o felino fique desconfortável, mude abordagem e dando-lhe um tempo para adaptação (VOGT, 2010, CARNEY, 2012). Os movimentos devem ser lentos, previsíveis e os sons devem ser baixos mimetizando o silvo felino (CARNEY et al., 2012). Durante a abordagem sempre reforçar o comportamento positivo para o atendimento, que propicia um melhor exame físico, com petiscos e ignorar o comportamento negativo, nunca tente corrigi-lo principalmente com punição física, é comprovado que os felinos ficam muitos mais agressivos com essa postura (RODAN et al., 2011, RODAN, 2012, CARNEY et al., 2012), ?Observar as reações posturais e faciais do gato durante toda a abordagem, usando como base para persistir ou não na técnica utilizada, estando sempre atento a realizar outra forma de abordagem caso seja necessário. É benéfico terminar o atendimento, enquanto todos os envolvidos ainda estão calmos, tanto o felino quanto o proprietário, o que pode acarretar em reagendamento do procedimento com o uso de uma nova estratégia como, por exemplo, o uso de medicações sedativas (RODAN et al., 2011, CARNEY et al., 2012). ?Atender o felino onde este ficar mais confortável, muitos gostam de ficar no colo e tem preferência por carinho e afagos na região do pescoço e cabeça, quando necessários procedimentos invasivos mantenha os proprietários no local, a não ser que este apresente ansiedade grande, piorando a situação para o animal (VOGT et al., 2010, RODAN et al., 2011). Um gato pode ser atendido dentro de sua caixa transporte próximo aos seus odores familiares, através da retirada da tampa (VOGT et al., 2010, ELLIS et al., 2013), ?Fazer o atendimento na ordem crescente de procedimentos, iniciando dos menos invasivos e dolorosos. Considere a administração de medicamentos por vias menos estressantes como a transdérmica e aplicar medicações injetáveis na temperatura ambiente, quando o princípio ativo tolerar esse aquecimento. Permitir que o animal fique na posição natural facilita o manejo e cria uma atmosfera agradável e segura para o animal, então, coletas de exames podem ser feitas dessa maneira minimizando desconforto da espécie (RODAN et al.,2011). Para as administrações em casa, permita que o cliente escolha a apresentação da medicação, considerando suas habilidades e a personalidade do felino envolvido (CARNEY et al., 2012). Por meio de adequação de um consultório já existente, será possível atender as necessidades especí?cas dos tutores e pacientes felinos, maximizando sinergias com o restante do Hospital veterinário (cirurgia, imagens, laboratório, etc.). |
LocalidadeAtendida |
Viçosa e região |
PessoasAtendidas |
1000 |
PessoasAtendidasPorMes |
40 |
Financiado |
Não |
URL |
https://www2.dti.ufv.br/raex/scripts/dadosAtividadeConsulta.php?tipo=2&codigoLancamento=74883 |
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