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Efeitos biológicos de estressores oriundos de atividades antrópicas |
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Para as análises biológicas, organismos de três nÃveis tróficos diferentes serão coletados para a determinação das respostas dos organismos aos estressores ambientais: macrófitas terrestres e aquáticas, fitoplâncton, gastrópodes e anfÃbios.5.5.1 Ensaio do micronúcleo e outras anomalias nuclearesEm exemplares das macrófitas aquáticas e terrestres (espécies a definir), os micronúcleos e outras anomalias nucleares serão detectadas através de metodologia desenvolvida por Dash et al. (1988). Sumariamente, meristemas das raÃzes do vegetal serão coletados e fixados em ácido acético : etanol (1 : 3), em seguida corados com hematoxilina. As lâminas serão visualizadas em microscópio óptico sob magnificação de 1000x. Serão contadas 1000 células por lâmina, em duplicata.Para a contagem de micronúcleos no gastrópode Pomacea sp., uma pequena porção da concha sobre o coração será removida e a hemolinfa será coletada na cavidade cardÃaca. O material será centrifugado por 20 min a 3000g e 4°C, e os hemócitos resuspendidos em tampão salino (Itziou & Dimitriadis 2011). A hemolinfa será então esfregada em lâminas de vidro, secadas, fixadas com metanol e coradas com Giemsa. As lâminas serão visualizadas em microscópio óptico sob magnificação de 1000x. Serão contadas 1000 células por lâmina, em duplicata.Nas rãs, uma alÃquota de sangue será extraÃda através de punção cardÃaca, utilizando seringa heparinizada. Esfregaços de sangue periférico serão preparados sobre lâminas limpas, fixadas com metanol durante 10 minutos e coradas com o corante Giemsa (10% v/v). As lâminas serão visualizadas em microscópio óptico sob magnificação de 1000x. Serão contadas 1000 células por lâmina, em duplicata.Independente do organismo testado, os critérios de determinação dos micronúcleos (MN) serão de que o núcleo principal e os MN corados tem a mesma intensidade de coloração; o diâmetro do MN é menor do que o núcleo principal, tendo o MN no máximo 1/3 do tamanho do núcleo principal; o MN está dentro do citoplasma, não ligado ao núcleo principal; o MN está envolto por uma membrana nuclear; e não há sobreposição do MN com o núcleo principal (Lajmanovich et al., 2005).Outras anomalias nucleares também serão visualizadas nos diferentes organismos, como núcleo em forma de rim, núcleo lobulado, núcleo dentado (segundo Carrasco et al., 1990) e núcleo protundido (de acordo com Strunjak-Perovic et al., 2009).5.5.2 Análise da atividade da enzima acetilcolinesterase (AchE) A atividade da AchE será determinada em gastrópodes (hemolinfa e glândula digestiva) e nas rãs P. minuta e H. pulchellus (sangue e tecido nervoso), conforme protocolo descrito por Ellman et al. (1961). A análise consiste em medir a reação da tiocolina com o DTNB, que forma o ácido 5-tio-2-nitrobenzoico, um ânion amarelo detectado espectrofotometricamente a 412 nm. 5.6 Análise de Isótopos estáveisAmostras de uma espécie de gastrópode filtrador (Pomacea sp.) serão coletadas, a fim de servir como referência de consumidor primário para posterior análise de isótopos de nitrogênio. Os exemplares de Pomacea sp. serão coletados manualmente e armazenados em gelo até o processamento do tecido muscular. Para da composição isotópica dos exemplares de anfÃbios (rãs P. minuta e H. pulchellus), será coletado o músculo dos membros posteriores. Todas as amostras coletadas serão processadas seguindo o protocolo descrito por Garcia et al. (2007). Exemplares de fitoplâncton (pools), macrófitas terrestres e macrófitas aquáticas também serão utilizadas, servindo de referência de produtores primários de diferentes origens. Todo o material coletado será processado para se obter amostras em triplicata. Estas amostras serão armazenadas no gelo para o processamento e análise dos isótopos estáveis. A posição trófica (PT) dos anfÃbios será estimada a partir da equação PT = 2 + (15N - 15Nbase)/F, onde 15N é o valor individual da razão isotópica do nitrogênio de cada exemplar das espécies de anfÃbio analisado, 15Nbase representa o valor de nitrogênio de um consumidor de nÃvel trófico primário e F o fracionamento do nitrogênio por nÃvel trófico (Hoeinghaus & Zeug, 2008; Garcia et al., 2007). Para este cálculo será utilizada uma estimativa de fracionamento de +2,5 proposto por Vanderklift & Ponsard (2003). As diferenças estatÃsticas entre as médias da posição trófica (PT) entre os pontos de amostragem serão avaliadas através do teste t Student (Zar, 1994). |
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Esta meta persegue a melhoria das soluções propostas na literatura para os problemas abordados no projeto através de novos algoritmos desenvolvidos durante a pesquisa. |
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Melhoria das soluções na literatura |
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QuÃmica Ambiental |
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Mensalmente, ao longo de 12 meses, serão coletadas amostras de água e sedimento nos dois pontos amostrais. O material coletado será destinado à análise do teor de carbono orgânico, nutrientes a base de nitrogênio e fósforo, oxigênio dissolvido, temperatura, pH/Eh e granulometria, e determinação dos compostos e concentrações ambientais de agrotóxicos. Para a análise de carbono orgânico total (COT), as amostras serão acidificadas até pH 2,0 e levadas para o laboratório para determinação em um analisador de carbono. Uma alÃquota de amostra será filtrada (0,45 µm) para determinação de carbono orgânico dissolvido (COD).Nitrito, nitrato, fosfato e amônia serão analisados de acordo com Baumgarten et al (1996).Para análise granulométrica, o sedimento será peneirado através de malhas de diferentes tamanhos, para identificação e quantificação de cada partÃcula presente.Temperatura, pH/Eh e oxigênio dissolvido serão determinados em campo, com o auxÃlio de sondas especÃficas. |
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Esta meta persegue a criação de uma aplicação cliente-servidor, que permita o cadastro, web e mobile, de mapas e possÃveis pontos para abertura de centros de atendimento (fixos ou ambulatoriais) na rede de saúde pública, encontrando uma distribuição deles para garantir o atendimento das demandas populacionais. Ela se encontra diretamente relacionada com o objetivo de influenciar no aperfeiçoamento da rede de saúde pública e assim influenciar de forma positiva no desenvolvimento tecnológico e social. |
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Uma aplicação para encontrar uma boa distribuição de centros de atendimento da rede de saúde |
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Identificação de ferramentas para monitoramento ambiental |
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Em função da diversidade de ferramentas utilizadas para a investigação dos efeitos adversos das atividades antrópicas no entorno da ESEC-Taim, aquela que apresentar os melhores resultados em termo de confiabilidade, robustez e relação custo-benefÃcio, será indicada para a utilização em programas futuros de monitoramento da qualidade ambiental deste e de outros ecossistemas de banhados |
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Mostrar a mentalidade do inovador e as quatro categorias envolvidas com a criatividade. |
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Mentalidade do Inovador |
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Avaliação de Risco Ecológico |
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A avaliação de risco ecológico (ARE) é uma ferramenta que verifica a probabilidade de efeitos ecológicos ocorrerem como resultado da exposição a um ou mais estressores (U.S.EPA, 1992), sendo um processo flexÃvel para organizar e analisar dados, informações, pressupostos e incertezas e assim avaliar a probabilidade de ocorrência de efeitos adversos. A ARE é, portanto, um elemento crÃtico para tomadas de decisões ambientais, uma vez que fornece aos gestores do risco condições para que eles levem em consideração a informação cientÃfica disponÃvel - aliada a outros fatores como aspectos sociais, legais, polÃticos e/ou econômicos, no momento de selecionar um curso de ação (U.S.EPA, 1998). Na presente proposta, será conduzida a ARE trazido pelas atividades antrópicas praticadas no entorno, sobre a Estação Ecológica do Taim. A primeira fase da ARE consiste na Formulação do problema, onde serão definidos os objetivos e parâmetros de avaliação, preparado o modelo conceitual, e formulado um plano de análise. Assim sendo, nesta fase toda a informação disponÃvel sobre fontes, estressores, efeitos, e caracterÃsticas do ecossistema e do receptor são integradas, e o problema é formulado de forma a delinear claramente um plano de análise, necessário para a segunda fase da ARE. Esta consiste na Fase de Análise, dividida em (1) caracterização da exposição e (2) caracterização de efeitos ecológicos. Nesta etapa, os dados levantados durante a formulação do problema serão analisados, para determinar a probabilidade de ocorrer exposição ao agente estressor (caracterização da exposição), e dado o cenário de exposição, o potencial e tipos de efeitos ecológicos esperados (caracterização de efeitos ecológicos). A terceira e última fase consiste na Caracterização do Risco, onde se verifica o grau no qual a exposição ao estressor gerará uma resposta adversa, e se atribui um valor correspondente ao risco associado. Na presente proposta, o risco trazido pelas atividades antrópicas, em especial prática agrÃcola sobre a ESEC-Taim será estimado, levando-se em consideração o conjunto de dados analisados e as incertezas. Ainda, as evidências que sustentam as estimativas de risco serão citadas, e a adversidade dos efeitos ecológicos interpretada. |
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Observar as pessoas que estão envolvidadas com o problema. |
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Empatia |
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Produção cientÃfica |
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Os resultados obtidos serão encaminhados para revistas cientÃficas especializadas da área, de reconhecimento internacional, com os objetivos de (1) contribuir para a pesquisa nas áreas de conservação e manejo de banhados costeiros, e de impactos de atividades antrópicas em áreas de conservação; e (2) chamar a atenção de autoridades competentes para a problemática do uso da terra em áreas adjacentes à Unidades de Conservação |
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Construir protótipos |
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Prototipagem |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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