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Identificação de ferramentas para monitoramento ambiental |
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Em função da diversidade de ferramentas utilizadas para a investigação dos efeitos adversos das atividades antrópicas no entorno da ESEC-Taim, aquela que apresentar os melhores resultados em termo de confiabilidade, robustez e relação custo-benefÃcio, será indicada para a utilização em programas futuros de monitoramento da qualidade ambiental deste e de outros ecossistemas de banhados |
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Mostrar a mentalidade do inovador e as quatro categorias envolvidas com a criatividade. |
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Mentalidade do Inovador |
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Avaliação de Risco Ecológico |
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A avaliação de risco ecológico (ARE) é uma ferramenta que verifica a probabilidade de efeitos ecológicos ocorrerem como resultado da exposição a um ou mais estressores (U.S.EPA, 1992), sendo um processo flexÃvel para organizar e analisar dados, informações, pressupostos e incertezas e assim avaliar a probabilidade de ocorrência de efeitos adversos. A ARE é, portanto, um elemento crÃtico para tomadas de decisões ambientais, uma vez que fornece aos gestores do risco condições para que eles levem em consideração a informação cientÃfica disponÃvel - aliada a outros fatores como aspectos sociais, legais, polÃticos e/ou econômicos, no momento de selecionar um curso de ação (U.S.EPA, 1998). Na presente proposta, será conduzida a ARE trazido pelas atividades antrópicas praticadas no entorno, sobre a Estação Ecológica do Taim. A primeira fase da ARE consiste na Formulação do problema, onde serão definidos os objetivos e parâmetros de avaliação, preparado o modelo conceitual, e formulado um plano de análise. Assim sendo, nesta fase toda a informação disponÃvel sobre fontes, estressores, efeitos, e caracterÃsticas do ecossistema e do receptor são integradas, e o problema é formulado de forma a delinear claramente um plano de análise, necessário para a segunda fase da ARE. Esta consiste na Fase de Análise, dividida em (1) caracterização da exposição e (2) caracterização de efeitos ecológicos. Nesta etapa, os dados levantados durante a formulação do problema serão analisados, para determinar a probabilidade de ocorrer exposição ao agente estressor (caracterização da exposição), e dado o cenário de exposição, o potencial e tipos de efeitos ecológicos esperados (caracterização de efeitos ecológicos). A terceira e última fase consiste na Caracterização do Risco, onde se verifica o grau no qual a exposição ao estressor gerará uma resposta adversa, e se atribui um valor correspondente ao risco associado. Na presente proposta, o risco trazido pelas atividades antrópicas, em especial prática agrÃcola sobre a ESEC-Taim será estimado, levando-se em consideração o conjunto de dados analisados e as incertezas. Ainda, as evidências que sustentam as estimativas de risco serão citadas, e a adversidade dos efeitos ecológicos interpretada. |
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Observar as pessoas que estão envolvidadas com o problema. |
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Empatia |
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Produção cientÃfica |
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Os resultados obtidos serão encaminhados para revistas cientÃficas especializadas da área, de reconhecimento internacional, com os objetivos de (1) contribuir para a pesquisa nas áreas de conservação e manejo de banhados costeiros, e de impactos de atividades antrópicas em áreas de conservação; e (2) chamar a atenção de autoridades competentes para a problemática do uso da terra em áreas adjacentes à Unidades de Conservação |
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Construir protótipos |
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Prototipagem |
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1282 |
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Atividades de extensão |
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Toda a pesquisa realizada é de conhecimento e apoiada pela equipe do ICMBio responsável pela Estação Ecológica do Taim, que tem interesse em entender melhor os impactos negativos que as atividades antrópicas tais como agricultura, pecuária e silvicultura trazem para a ESEC-Taim. Sendo assim, os dados gerados serão utilizados para se proceder uma avaliação do risco ecológico, que servirá para identificar o risco que tais atividades trazem para a área de Conservação. O ICMBio será alertado sobre o risco estimado, para que possa aplicar medidas cabÃveis de gerenciamento, visando à proteção e/ou melhoria do ecossitemaA prática da agricultura nos arredores da ESEC-Taim ocupa grandes extensões de terra, tendo arroz e soja como as monoculturas predominantes. Os resultados da presente proposta fornecerão dados que poderão alertar a comunidade no entorno da ESEC-Taim sobre os problemas gerados pela prática da agricultura na forma como é praticada atualmente. Para a transferência desse conhecimento, serão realizadas palestras tendo como público alvo especialmente trabalhadores rurais, onde os impactos da agricultura sobre a ESEC-Taim serão apresentados e discutidos, buscando uma relação harmônica entre a prática agrÃcola e a conservação ambiental. Além disso, palestras serão ministradas também para crianças e adolescentes que frequentam escolas da região, para despertar a consciência ecológica sobre esta questão desde cedo no cidadão. Apostilas apresentando esta problemática serão distribuÃdas durante as palestras. |
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Testar prototipo. |
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Teste |
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Etapa 1 |
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Visita às fábricas de pesca e à praia do Cassino para observação e registro do número de espécies nos desembarques oriundos da pesca industrial de arrasto de fundo e artesanal, respectivamente |
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Alunos escrevem/descrevem o processo. |
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Consolidação |
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PWG – Powering Growth é um projeto para facilitar o |
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